sexta-feira, 6 de novembro de 2009

FRANCISCO DE ASSIS

Reencarnação das mais marcantes teve Oxalá, ou Pai Seta Branca, quando teve a maior oportunidade de mostrar ao Homem o valor do amor, da humildade e da tolerância. Além de ter a assistência de Clara de Assis (*), Francisco, portador de refinada mediunidade de clariaudiência, tinha contatos com a Espiritualidade Maior, que muito o auxiliou em sua missão que, pela grandeza e fulgor, se difundiu pelos tempos, chegando muito viva até nós, embora, como tantos fatos que sucederam em eras passadas, tenham sido apropriados pela Igreja Católica Apostólica Romana. Mas isso, de forma alguma, altera os fatos, pois o grande espírito de Francisco de Assis se submeteu àquela Igreja, que atravessava séria crise à época. Nascido em Assis, na Itália, em 1182, filho do rico comerciante Pietro di Bernardone e de sua esposa, dona Pica, Francesco (Francisco) deve seu nome a uma homenagem que seu pai quis fazer à pátria de sua mãe, a França, onde ele ia comprar suas mercadorias para comerciar. Francisco criou-se apegado à mãe, com ela compartilhando a gentileza e a bondade, aprimorando seu gosto pelas artes, pela música e pela poesia. Era sempre alegre e jovial. Tinha tudo o que um nobre da época podia querer, mas não tinha um título da nobreza. Havia uma jovem bela e rica a quem amava, e era correspondido - Clara, de família nobre, e a vida se escoava entre as grandes diversões da juventude. Em 1202 surgiu uma guerra, tão comum naquela época, entre as duas cidades vizinhas: Assis e Perugia. Com 20 anos, Francisco se preparou para grandes feitos que pudessem lhe render um título de nobreza e se juntou aos amigos para participarem da guerra. Mas logo foi feito prisioneiro, em Colastrade, novembro de 1202, e, após um ano de cárcere e sofrimentos, sem perder sua alegria contagiante, adoeceu, sendo então libertado pela ação da Confraria dos Cativos Doentes. Passaram-se três anos em que Francisco começou a fazer uma análise mais profunda da vida e da sociedade em que vivia. Mesmo assim, resolveu ir à guerra, em busca do sonhado título de nobreza, principalmente para poder influenciar o pai de Clara, que era contra o namoro dos dois. Ao passar a noite em Espoleto, a caminho da batalha, ouve a voz de Deus que o manda retornar a Assis, e aguardar o que deveria fazer. O retorno foi dramático. Chacotas dos amigos, o pai enfurecido, porque todos o chamavam de covarde, por não ter prosseguido para o combate, somente o carinho de sua mãe de Clara o confortavam, enquanto ele aguardava nova manifestação. Mas não ficou passivo na espera. Lançou-se aos trabalhos de caridade, junto aos pobres, à oração compartilhada com os humildes, e Francisco foi se tornando mais dócil e sensível. Um dia, estava cavalgando pelos campos quando se deparou com um leproso, o tipo mais marginalizado pela sociedade da época. Impulsivo, apeou e abraçou o doente, beijando-o com ternura. E, naquele momento, por aquele gesto, Francisco entendeu que iniciava sua verdadeira missão nesta Terra. O leproso, que nada tinha para lhe oferecer, em sua miséria integral, foi a representação do Cristo. Francisco entendeu aquele momento, e sentiu o quanto precisava o Homem despertar para o amor, a tolerância e a humildade. Passou a praticar a caridade, inclusive na loja do pai, atendendo às necessidades dos carentes. Seu pai ficou transtornado pela raiva, e achou que ele estava doido, e não deixou que ele ficasse na loja. A mãe era sua única união com aquele mundo que ele ia deixando. Até mesmo Clara estava isolada pela família, que já pensava arranjar um nobre para desposá-la. Francisco se lança, então, a uma vida livre, junto à comunidade carente, vestindo simples farrapos e orando em capelas abandonadas ou semidestruídas. Em uma delas, dedicada a São Damião, orava em frente a um grande crucifixo quando ouviu a voz de Deus: “Francisco, vai e restaura a minha Casa. Vês que ela está em ruínas!...” Admirado, Francisco começou logo um duro trabalho - o de restaurar aquela capela. Sozinho, sem noção de trabalhos de pedreiro, gastou muita energia, sem entender que o apelo divino se referia não àquela capelinha, mas sim à própria Igreja Romana, que estava em franca decadência. Tantas fez, ajudando os pobres, vestindo-se e vivendo como um deles, trabalhando febrilmente na recuperação da capela, desligado daquele mundo que um dia fora tão importante para ele, que o pai decidiu levá-lo à presença do bispo, sendo a reunião feita na praça de Santa Maria Maior, no centro de Assis, diante do bispado. Após ouvir as queixas do pai, diante da multidão, Francisco não deixou o bispo se pronunciar, e tirando todas as roupas e algumas moedas, entregou tudo a seu pai, dizendo-lhe: “Até agora chamei de pai a Pedro Bernardone. Mas, como me propus a servir a Deus, devolvo-lhe o dinheiro, que tanto o tem irritado, bem como todas as roupas, renunciando à minha herança, pois, de agora em diante, quero dizer: Pai Nosso que estás nos céus!...” Nu, alegre por sentir-se livre das amarras dos bens materiais, da escravidão do dinheiro, das ambições e competições sociais, dos falsos sentimentos, Francisco saiu da cidade cantando, e foi viver como mendigo, continuando seu trabalho na reconstrução das muitas capelas abandonadas. Uma, em especial, tinha toda a atenção de Francisco: a de Santa Maria dos Anjos, também denominada a Porciúncula. Ali se tornou a base de Francisco e foi onde reuniu aqueles que o seguiram, após ter ele decidido, em 9.2.1209, estabelecer uma Ordem. Muitos antigos companheiros de farras e membros de famílias ricas e nobres, como um riquíssimo Bernardo di Quintavale ou um jurisconsulto e cônego Pedro Catânio, decidiram acompanhar Francisco em sua missão. Foram tantos, que Francisco fundou a Ordem dos Frades Menores, com 11 membros. Quando Clara fugiu de casa e veio se unir a eles, foi fundada a Ordem das Irmãs Clarissas. Os membros da Ordem não deviam possuir ouro, prata ou qualquer dinheiro, nem bolsa, nem pão, dividindo com os necessitados tudo o que recebessem como esmolas. Inicialmente, se saudavam com “O Senhor vos dê a Paz!”, e Francisco adotou a saudação: “Paz e Bem!”. Francisco era alegre e cordial, e dizia: “Um servo de Deus não deve se mostrar triste ou turbulento, mas sempre sereno. Resolva teus problemas em teu quarto e, na presença de Deus, podes chorar e gemer. Mas, quando voltares para junto de teus irmãos, deixa de lado a tristeza e o aborrecimento e trata de te conformares com os outros! Cuidas de nunca te demonstrares mal-humorado e hipocritamente triste. Mostra-te jubiloso no Senhor, alegres e felizes, convenientemente simpáticos!...” Quando já possuía onze membros na Ordem, Francisco decidiu levar para aprovação do papa Inocêncio III a Regra de Vida que escrevera para definir sua Ordem, e que começava assim: “A Regra e a vida dos frades menores é esta: observar o santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivendo em obediência, sem propriedade e em castidade.” No Vaticano, onde o fausto dos cardeais parecia ignorar a crise que se abatia sobre a Igreja Católica, aqueles maltrapilhos foram mal recebidos e pouco tempo foi dado a Francisco para ler a sua Regra e surpreender a todos por ter revelado que o Superior da Ordem dos Frades Menores era o próprio Espírito Santo! O papa ouviu e ficou de responder no dia seguinte. Naquela noite, Inocêncio III teve um sonho: uma imensa torre, que era a Igreja Católica, estava ruindo, e um fradinho a sustentava, evitando o desastre. Reconheceu Francisco naquele frade salvador, e, no dia seguinte, abençoou aquele grupo de missionários mendigos e aprovou a Regra. Voltaram felizes e reforçados para a dura vida que haviam escolhido. Perguntado uma vez sobre a carência de bens materiais, Francisco respondeu: “Se possuíssemos bens materiais, teríamos que nos armar para nossa proteção, daí surgindo litígios e contendas que, de muitas maneiras, costumam impedir o amor de Deus e do próximo. Por isso, decidimos nada ter!” Um dia, na Porciúncula, houve uma aparição de Jesus e de Maria a Francisco, que extasiado, ouviu nosso Divino e Amado Mestre perguntar que graça queria receber como prêmio de sua dedicação. Respondeu: “Que todos aqueles que, arrependidos e confessados, entrarem nesta capela, possam receber o completo perdão de seus pecados!” E assim foi a passagem de Francisco de Assis nesta Terra: um exemplo vivo do amor incondicional, da humildade feliz e alegre, da tolerância com aqueles que não entenderam as suas mensagens. Em paz com os homens e consigo mesmo, buscando a perfeita harmonia com a Natureza, a ponto de se fazer entender pelos animais, com sua mente sempre voltada para Deus e Suas obras, vivendo o Evangelho, Francisco é o grande exemplo do missionário de todos os tempos. Em 1223, retornando de uma peregrinação à Terra Santa, onde visitou Belém, resolveu inovar a cerimônia do Natal: numa gruta junto ao eremitério de Greccio, montou uma representação do nascimento de Jesus, formando o primeiro presépio da História. Também, ali, usando uma pedra como altar, à meia-noite celebrou uma missa, durante a qual podiam ouvir os galos cantando. Ficou conhecida como a Missa do Galo, tradição que vem até os dias de hoje. Francisco desencarnou em 3.10.1226, após longa enfermidade que o deixou cego e debilitado, após ter recebido em seu corpo as Chagas de Jesus, no outono de 1224, no alto do monte Alverne. No dia 16.7.1228, na catedral de Assis, o papa Gregório IX canonizou Francisco. Quando enfermo, Francisco compôs uma de suas grandiosas obras:

O CÂNTICO DAS CRIATURAS

ALTÍSSIMO, ONIPOTENTE, BOM SENHOR,

TEUS SÃO O LOUVOR, A GLÓRIA, A HONRA E TODA A BÊNÇÃO!

SÓ A TI, ALTÍSSIMO, SÃO DEVIDOS;

HOMEM ALGUM É DIGNO DE TE MENCIONAR...

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, COM TODAS AS TUAS CRIATURAS,

ESPECIALMENTE O SENHOR IRMÃO SOL,

QUE CLAREIA O DIA E COM SUA LUZ NOS ILUMINA.

E ELE É BELO E RADIANTE, COM GRANDE ESPLENDOR:

DE TI, ALTÍSSIMO, É A IMAGEM!...

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, PELA IRMÃ LUA E AS ESTRELAS,

QUE NO CÉU FORMASTE CLARAS, PRECIOSAS E BELAS...

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, PELO IRMÃO VENTO, PELO AR,

NUBLADO OU SERENO, E TODO O TEMPO,

PELO QUAL ÀS TUAS CRIATURAS DÁS SUSTENTO!

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, PELA IRMÃ ÁGUA,

QUE É MUITO ÚTIL, HUMILDE, PRECIOSA E CASTA...

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, PELO IRMÃO FOGO,

PELO QUAL ILUMINAS A NOITE,

E ELE É BELO, JUCUNDO, VIGOROSO E FORTE...

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, POR NOSSA IRMÃ, A MÃE TERRA,

QUE NOS SUSTENTA E GOVERNA, QUE PRODUZ FRUTOS DIVERSOS,

E COLORIDAS FLORES E ERVAS!

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, PELOS QUE PERDOAM POR TEU AMOR

E SUPORTAM ENFERMIDADES E ATRIBULAÇÕES...

BEM-AVENTURADOS OS QUE AS SUSTENTAM EM PAZ,

PORQUE POR TI, ALTÍSSIMO, SERÃO COROADOS.

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR, PELA NOSSA IRMÃ MORTE CORPORAL,

DA QUAL HOMEM ALGUM PODE ESCAPAR!

AI DOS QUE MORREREM EM PECADO MORTAL!

FELIZES OS QUE ELA ACHAR CONFORMES À TUA SANTÍSSIMA VONTADE,

PORQUE A MORTE SEGUNDA NÃO LHES FARÁ MAL!...

LOUVAI E BENDIZEI A MEU SENHOR,

E DAI-LHE GRAÇAS E SERVI-O COM GRANDE HUMILDADE...

ORAÇÃO DO AMANHECER

SENHOR, NO SILÊNCIO DESTE DIA QUE AMANHECE,

VENHO PEDIR-TE A PAZ, A SABEDORIA E A FORÇA!...

QUERO, HOJE, OLHAR O MUNDO COM OLHOS CHEIOS DE AMOR...

QUERO SER PACIENTE, COMPREENSIVO, PRUDENTE...

QUERO VER ALÉM DAS APARÊNCIAS TEUS FILHOS COMO TU MESMO OS VÊS

E ASSIM, SENHOR, NÃO VER SENÃO O BEM EM CADA UM DELES!

FECHA MEUS OUVIDOS A TODA CALÚNIA,

GUARDA MINHA LÍNGUA DE TODA MALDADE!

QUE SÓ DE BÊNÇÃOS SE ENCHA A MINHA ALMA.

QUE EU SEJA TÃO BOM E TÃO ALEGRE QUE TODOS AQUELES

QUE SE APROXIMEM DE MIM SINTAM A TUA PRESENÇA!

REVESTE-ME, SENHOR, DE TUA BELEZA!

E QUE, NO DECURSO DESTE DIA, EU TE REVELE A TODOS!

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

SENHOR! FAZE DE MIM INSTRUMENTO DA TUA PAZ!

ONDE HOUVER ÓDIO, FAZE QUE EU LEVE O AMOR,

ONDE HOUVER OFENSA, QUE EU LEVE O PERDÃO,

ONDE HOUVER DISCÓRDIA, QUE EU LEVE A UNIÃO,

ONDE HOUVER DÚVIDAS, QUE EU LEVE A FÉ,

ONDE HOUVER ERROS, QUE EU LEVE A VERDADE,

ONDE HOUVER DESESPERO, QUE EU LEVE A ESPERANÇA,

ONDE HOUVER TRISTEZA, QUE EU LEVE A ALEGRIA,

ONDE HOUVER TREVAS, QUE EU LEVE A LUZ!

Ó, MESTRE!

FAZE QUE EU PROCURE MAIS CONSOLAR, QUE SER CONSOLADO,

COMPREENDER MAIS, QUE SER COMPREENDIDO,

AMAR MAIS, QUE SER AMADO...

POIS É DANDO QUE SE RECEBE,

É PERDOANDO QUE SE É PERDOADO,

E É MORRENDO QUE SE VIVE PARA A VIDA ETERNA!

HONESTIDADE (FONTE.http://www.valedoamanhecer.com.br/ )

HONESTIDADE
A honestidade é uma qualidade de quem protege os valores essenciais da moralidade social e pretende trilhar sua jornada dentro da correta conduta doutrinária. O Homem honesto é aquele que tem caráter, dignidade e honradez, agindo com probidade, decoro e decência. Ser honesto consigo mesmo, não deixando que a vaidade ou o orgulho dirijam seus caminhos, sabendo quando está errado, ouvindo a voz de sua alma e de sua consciência, são preceitos a serem observados pelo Jaguar, consciente de seus deveres e de suas obrigações para com a Humanidade, observando sua conduta doutrinária.
· “Ser honesto em todos os sentidos: não te esqueças de que, por mais escondido que estejas, a tua sombra bem poderá ser vista. Eis porque, meu filho, as dificuldades do Homem quando precisa caminhar, mesmo que seja por curtas passagens, pelas sombras!...” (Tia Neiva, 24.5.80

domingo, 25 de outubro de 2009

Homen


HOMEM
O Homem integra o princípio inteligente do Universo e vem em sua caminhada evolutiva, de milhares de anos, vivendo alternadamente no mundo material e no plano espiritual. O Homem foi o ser escolhido por sua evolução puramente animal, para receber a Centelha Divina e ser o veículo para a evolução de toda a Terra, passando a ser um espírito a caminho, cumprindo suas metas cármicas através das várias encarnações no planeta, composto pelo corpo físico (*), pela alma (*) e pelo espírito (*), que temos que estudar separadamente. Koatay 108 ensinou a complexidade de coisas que atuam acentuadamente no Homem, principalmente as vibrações de outros seres humanos, mas o segredo para seu equilíbrio está na manutenção do elevado padrão vibratório, que quanto mais alto for, levará o Homem por passagens mais originais e perfeitas em sua caminhada na Terra. Existem profundas diferenças entre os seres humanos, e uma é devida à tônica que cada um dá à sua vida: há um grupo que se preocupa somente com sua saúde física, com seu corpo, buscando a boa forma muscular e atlética, ocupando-se com exercícios físicos, dominados pela tônica física; há os que têm a tônica psíquica - cientistas, intelectuais, artistas e eruditos -, e dependem de seu intelecto, com sua consciência dominada pelo fator intelectual; e há os missionários, com seu campo consciencional em constante expansão, buscando a integração crescente com o Universo, a evolução de seu espírito, vivendo sob a tônica espiritual. Pela conduta doutrinária, pelo conhecimento, pela evolução, o Homem vai aperfeiçoando sua memória e sua mente, submetendo seus instintos às irradiações do extrasensorial, ampliando seus conhecimentos de si mesmo e dos três reinos da Natureza. O Homem, dentro da Ciência, recebeu classificação como pertencente ao reino animal: vertebrado pertencente à classe dos Mamíferos, subclasse dos Placentários, ordem dos Primatas, família dos Hominídeos, gênero Homo, que se encontra, na atualidade, representado por apenas uma espécie: Homo sapiens. Pelos estudos paleontológicos, temos diversas outras espécies que viveram na Terra em outras eras, e já desapareceram. Só que, pelos conhecimentos trazidos por nossa Doutrina, temos a certeza de que o Homem já transcende a natureza animal desde que teve colocado, em seu plexo, o Sol Interior ou os Três Reinos de sua natureza, que mudou aquele seu antecessor ainda animalizado no Homem atual. Com um plexo iniciático, o animal se transformou em Homem. Essa foi a grande missão dos Equitumans (*), seres Capelinos, que se iniciou há 30 mil anos antes de Cristo e continua hoje, pelos Jaguares da Doutrina do Amanhecer e em outras linhas brancas que buscam o aperfeiçoamento do Homem Médium pelo aprendizado da manipulação das forças naturais e cósmicas em benefício de si próprio e de seus irmãos encarnados e desencarnados. O Homem Jaguar é o Homem Iniciático, com maior bagagem que os demais porque tem a capacidade de manipular forças extracósmicas, tem suas Estrelas (*) e a capacidade de integrar e desintegrar, de romper o neutrôm pela força de sua emissão e de suas elevações. A evolução da forma humana, que se iniciou há mais de dois milhões de anos, culminou, quando chegou a hora precisa, no Homem como está hoje, diferenciado do Reino Animal por características de seu plexo: racionalidade, abstração, percepção intelectual, reflexão, intuição intelectual, caráter, temperamento, disciplina dos instintos, consciência de si mesmo, poder de síntese e indução intelectual, memória e linguagem racionais, emoções e sentimentos superiores, cultura, civilização, trabalho, arte, solidariedade e poder da vontade - estas facetas encontradas, em menor ou maior grau, nos animais, porém extremamente desenvolvidas no Homem. Em lugar de procurar seu autoconhecimento, buscando conhecer suas potencialidades e seu mundo interior, a maioria da Humanidade preferiu o caminho mais fácil da conquista do mundo exterior, para isso usando toda a sua capacidade física e mental. Mas se concentrou em parcela dos seres humanos toda uma religiosidade, uma ligação entre a Terra e o Céu, o conhecimento de um Universo que aqueles outros componentes dos Três Reinos da Natureza não podem alcançar. Quando a Bíblia relata a criação do Homem, o sopro de Deus que dá vida a Adão nada mais é do que a centelha divina que faz desaparecer o animal primata e surgir o primeiro Homem. Quando Adão e Eva comem o fruto proibido e são expulsos do Paraíso, é a figuração do livre arbítrio. Pelo livre arbítrio o Homem traça seus caminhos, pela sua força psíquica modela sua alma, age e reage pela sua sensibilidade, pelo seu conhecimento diferencia o Bem do Mal. O Homem prossegue sua jornada, agindo e reagindo por três tipos de estímulos: o físico - seu corpo -, o psíquico - sua psiquê ou alma - e o espiritual - seu espírito.
· “Nós sabemos que o Homem é composto de corpo, alma e espírito. O corpo e a alma são instrumentos do espírito. Na verdade, nós separamos todos, pois há uma independência muito grande de cada um. O corpo é uma projeção do espírito, uma vez que é o espírito que fabrica seu corpo, de acordo com o tipo de carma por ele planejado. Da mesma forma, a alma é projetada segundo o espírito. O trabalho evolutivo do espírito é feito através do corpo e da alma. Assim, nós colocamos nosso corpo e nossa alma a serviço do espírito, através de nossas heranças. Assim, quando fazemos nossas emissões, estamos nos reportando a todas as vivências do nosso espírito, porque ele não pertence a este plano mas, sim, às nossas origens.” (Tia Neiva, s/d)
· “Na força absoluta deste Universo, há lírios que se decantam em cada canto e, como se viessem de Deus, num amor absoluto, desabrocham e começam a vibrar, alimentando os olhares, curando na impregnação de seu lugar. O seu aroma de esvai aos demais e sua brancura, no verde lodo, o faz mais perfeito, mais lindo, chegando mesmo a quem o colhe perfumar. E o lodo é deixado, porque nele outros lírios nascerão! Por que não faz o Homem como o lírio, simplificando a vida, amando e se fazendo saudades por onde passa? Sim, meus filhos, pois as dificuldades da vida não são pelas intempéries do tempo, nem tão pouco pelos amores que se avizinham. Não são pelos nossos conflitos, e sim pela vã tolerância, pela incapacidade de poder assimilar a diferença entre o Bem e o Mal, pela falta de consideração em não se encontrar consigo mesmo, saber com quem deverá viver, como viver, enfim, ser honesto consigo mesmo para clarear a sua estrada sem se debater, incomodando os demais, fazendo dos seus familiares um rosário de dor!” (Tia Neiva, s/d)
· “Novamente se levanta o Homem! Eletrônica... Conquistas de novas terras, de novos mares... Então, a força magnética é como a rama: percorre as raízes, levantando seres, ultrapassando o neutrom, queimando a Terra, destruindo a verde rama e o Homem! Deus se esvai, deixando-se ser imortal! Sim, aquele que segue somente o caminho da devoção faz com ele um círculo vicioso, até se impregnar da superstição. Há muitas naturezas neste mundo, como há muitas riquezas no Céu!” (Tia Neiva, 12.12.78)
· “Temos por missão nos tornarmos um instrumento eficiente, tanto no sentido passivo como ativo, curando o nosso próprio centro nervoso físico, afetivo, mental e espiritual, até tomarmos a verdadeira consciência de nós mesmos. Sim, filho, o Homem que se conhece a si mesmo é forte e inquebrantável. A verdade, na concepção do Homem, jamais existiu. Um Homem, por mais nefasta que seja sua atividade, não pode ultrapassar certos limites do raciocínio, pela pobreza mental de que é dotado. Sim, pensamos, isto é, o que achamos, e nos desculpamos. Porém, o Homem tem igualmente a sua origem. Sim, porque partimos de um só mundo, de uma só natureza. Dizem os nossos antigos que, ainda na era em que o vento uivava e as frondosas raízes, como tentáculos de um polvo feroz, se salientavam da terra e, na vida, reclamava o Homem o seu calor, foi-lhe concedido o Sol Simétrico da Vida do raciocínio! Deus atravessou o primeiro raio do raciocínio, formando o plexo primeiro e o segundo, onde a alma se acomodava. O primeiro sustentava o centro nervoso físico - o corpo - que é o poder do prana. O segundo - o PLEXO PRANA - é a vida no centro nervoso, conforme o seu amor ou comportamento, alimentando-se pela Presença Divina, enquanto o plexo etérico rompe o neutrom e sustenta o corpo, a carne. O Homem vindo de Capela chegou a viver em corpo fluídico, a ponto de fecundação, e nas grandes amacês nasceram os primeiros Homens com o Terceiro Plexo, formando o Sol Interior, que é a formação total do Homem, que forma o elo entre o Céu e a Terra, que é o mais importante: o microcosmo ou microplexo. Por Deus, formou-se o terceiro plexo! Deus e seus Grandes Iniciados formaram, na Terra, o poderoso Helios, que quer dizer Sol Simétrico, onde o Homem cresceu e se organizou na santa Centelha Divina. E como tudo é completo neste Universo de Deus, seguiu-se o plexo da vida na natureza, do animal e da planta. Foi colocado o plexo animal. Surgiu o poderoso ERON, que quer dizer “Sol do Prana”. Eron, conduzido pelo prana, conduz as forças da Natureza, em uma só obediência, para Deus. Vieram, então, as grandes inteligências. Formaram-se, também, os poderosos sacerdócios. Saindo o mundo da somente Natureza, veio a necessidade da Contagem das Tribos, e elas recebiam o Raio pertencente à sua evolução e sobre suas origens.” (Tia Neiva, 19.9.80)
· “Houve uma era em que o Sol e a Lua apareciam mas ainda não se entendiam: nem era dia, nem era noite. A Terra era uma grande formação e seus habitantes não surgiam... A Terra passou a gerar muitos animais, mas ainda não sabia gerar o Homem! Porém, tudo era Deus! Deus pintando lindas aquarelas, plantando e fazendo nascer árvores - plantou e viu nascer, crescer. Abriu as cachoeiras, os regatos... Emitia em canto a sua Luz silenciosa... e ficava hieroglificamente a sua harmonia luminosa, até que uma grande nave chegou a este maravilhoso planeta e seus tripulantes se comprometeram a voltar para formar seus habitantes. Subiram, subiram, e desapareceram no resplendor das estrelas. A Terra era inluz. Cumpriram o que disseram: voltaram... voltaram, porém aqui não poderiam ficar. O aroma das matas frondosas, das rosas... tudo o que Deus, tão seguro, já havia plantado, eles não podiam, não conseguiriam respirar se não criassem o plexo físico! Criaram, modificaram, engrossaram a sua estrutura, e estes deuses se fizeram homens, ficando claro que o espírito como Homem poderia viver na Terra. E, assim, puderam voltar, puderam ficar. Porém, o contato com outros mundos, outras matérias... Salve Deus! A partir de então, o Homem começou a se promover, esfera sobre esfera, em ritmo de luz e sombras, paz e guerras, amor e ódios... Veio o grande perigo: a falta de contato, a solidão... Largavam-se do seu plexo físico e caminhavam sem harmonia, sem consciência, e com isso começaram a se perder, desaninharam-se, pois o espírito encarnado depende do plexo físico, da pressão sangüínea... ectolítero, ectolítrio, ectoplasma... Por que este desajuste tão grande se eram seres divinos? O plexo físico orgânico desajusta o plexo etérico, principalmente quando vivemos na baixa individualidade.” (Tia Neiva - Caminhando no Espaço, 11.6.84)
· “O Homem, com todas as suas diferenças, pode ser um Homem rico. Rico que eu digo é aquele que tem a sua realização nas vidas material e espiritual.” (Tia Neiva, 28.1.85)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009



MENSAGEM
QUANDO DEUS QUER, NÃO TEM JEITO
Enviado por
Ewald Santana
Adj. Nerenço
Coordenador Regional
ewescriba@hotmail.com

Foto: Mestre Ewald Santana, Adj. Nerenço (Acervo Ajuvano)


Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda. Um bruxo, que ouvia o programa, resolveu pregar-lhe uma peça.

Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários e ordenou que fizessem uma compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação: "Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o DIABO!"

Ao chegarem na casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos. Os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida, lhe perguntaram: "A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?".

A mulher, na simplicidade da fé, respondeu: "Não, meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!".
NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA, MAS QUANDO DEUS DETERMINA... ELA VEM...
LINDA SEMANA PARA VC!

VILA VELHA-ES FESTA CIGANA EM 07/NOV

Por
Lélio Cunha
Adj. Olamor
Presidente
lelio@partnerengenharia.com.br

Foto: Mestres Lélio Cunha (Adj. Olamor) e Valteilton (Adj. Aleso), na implantação das forças do Quarante em Dois Irmãos-PE, em março/2009 (Acervo Ajuvano)


  • Salve Deus!

  • SÁBADO - Dia 07 de Novembro às 19:30 horas estaremos celebrando nossa festa cigana e você é nosso convidado especial.

  • Será uma ótima oportunidade de trazer toda sua família para uma noite especial, junto com vários amigos. Participe!

  • Apresentação/Roteiro:
  • Dança típica com musica ao vivo
  • praça de alimentação
  • fogueira
  • sorteios
  • e muitas outras formas de alegria.


    ENDEREÇO DO TEMPLO
    ===================
    Cidade: VILA VELHA-ES
    Presidente: LÉLIO MARCOS DE SOUZA CUNHA
    Email Pres: lelio@partnerengenharia.com.br
    Ministro: OLAMOR
    Coordenador: TRINO AJARÃ
    End Templo: AV. RADIUM, SNº / SÃO CONRADO / BARRA DO JUCÚ
    Tel Templo: (27) 3260-1040 (27) 3260-1040 , 9227-5431
    Atendimento: TODOS OS DIAS (CORRENTE MESTRA)

SALVADOR-BA CONSAGRAÇÕES NO TEMPLO JURUMÊ = 24 e 25/10/09


Foto: Mestre Manuel Silva, Adj. Jurumê, Presidente do Templo de Salvador-BA (Areia Branca) - Acervo Ajuvano
  • Amigos Jaguares, eis uma boa notícia: O Trino Ajarã marcou a data das próximas Consagrações mediúnicas do Templo Jurumê para o mês de outubro.

  • 24.10.2009-Sáb - Iniciação, Consagração de Centúria, Classificação, Reclassificação, Entrega dos nomes dos Ministros, Cavaleiros e Guias Missionárias.

  • 25.10.2009-Dom - Elevação de Espadas.

  • Entre em contato com o nosso Adjunto e sua Aponara.

  • São Francisco de Assis nos legou grandes ensinamentos, entre eles: “Senhor, dai-me forças para aceitar as coisas que não podem ser mudadas; dai-me amor para mudar as coisas que devem ser mudadas; e dai-me sabedoria para distinguir umas das outras!”

  • ENDEREÇO DO TEMPLO
    ==========================================
    Cidade = SALVADOR-BA (AREIA BRANCA)
    Presidente = MANUEL SILVA
    Tel Pres = (71) 3291-8230 (71) 3291-8230 , 9127-3031 (Tim), 8753-2167 (Oi)
    Email Pres = templojurumedoamanhecer@bol.com.br
    Ministro = JURUMÊ
    Coordenador = TRINO AJARÃ
    End Templo = LOTEAMENTO RIO JAÍBA, SNº / AREA ESPECIAL / AREIA BRANCA / LAURO DE FREITAS / CEP 42.700-000 / PRÓX POSTO DE SAÚDE DR. ANTÔNIO CARLOS RODRIGUES
    Fundado em = 01.01.98
    Dias de Atend = SEG, QUA, SÁB e DOM (CORRENTE MESTRA)