segunda-feira, 22 de junho de 2009

Trino Triada Tumarã - Mestre José Carlos

TRABALHOS

O principal fator de nossa missão, de usar nossa mediunidade, é o trabalho na Lei do Auxílio, atendendo aos irmãos encarnados e desencarnados, com amor, tolerância e humildade, para aliviar seus males e lhes trazer paz e harmonia. Segundo Mateus (XVIII, 18 a 20), Jesus nos tranqüilizou e nos deu confiança para trabalhar quando disse: “Digo-vos ainda que se dois de vós na Terra se unirem entre si, seja qual for a coisa que eles pedirem, meu Pai, que está nos Céus, lhes dará; porque onde se acham dois ou três congregados em meu nome, aí estou Eu no meio deles.” Na Doutrina do Amanhecer todos os trabalhos se realizam em dois planos - o físico e o espiritual, sendo de grande benefício para quem deles participa, não só pelo alívio de seu próprio carma como pela obtenção dos preciosos bônus-horas, que serão de grande utilidade após o desencarne. Embora trabalhemos em conjunto, principalmente no Templo, nas Estrelas e no Turigano, onde devemos nos submeter a regras de comportamento que visam harmonizar os diversos mestres participantes para a perfeita execução dos trabalhos, dos Sandays e dos rituais, deve haver a certeza de que não existe rotina, não existem dois trabalhos iguais, sendo cada um, na verdade, um trabalho especial, pois é único em seus componentes ritualísticos e em seu potencial de forças, e jamais se repetirá. Quando conscientes, realizamos apenas parte de um trabalho grandioso que se projeta até planos inconcebíveis do Universo se realizado com amor, com harmonia e com vontade de ajudar. Após nossa Iniciação, nosso trabalho é incessante, pois não trabalhamos apenas quando acordados: quando dormimos, nosso espírito se desloca a outros planos para complementar nossos trabalhos ou realizar novos, pois nosso plexo iniciático a isso nos permite. E é esse plexo iniciático que nos leva a trabalhar sempre na Lei do Auxílio, se nos conduzirmos dentro da conduta doutrinária, em todos os momentos de nossa vida, ajudando aos nossos irmãos, desencarnados e encarnados, por nossos pensamentos, palavras e ações.

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Trino Triada Tumarã - Mestre José Carlos

A PIRA

A nossa Pira

A Pira é o centro de controle energético do Templo, onde se faz a ligação com a Corrente Mestra, ponto de abertura e encerramento do trabalho do médium. Nela vemos a Terra, representada por sua base, tendo o Sol à sua esquerda e a Lua à sua direita. No centro está a Presença Divina, que representa os sete planos do Homem, ou seja, o espírito encarnado com seus sete raios de forças. A parte espelhada apresenta o corpo físico com seu sistema nervoso, os sete plexos com seus chakras, e o sistema circulatório sangüíneo, no qual o sangue venoso representa o polo positivo e o arterial o polo negativo. O círculo maior destaca o plexo solar e seu respectivo chakra umbilical. As duas taças representam o sangue que fornece o ectoplasma. As duas setas, uma para cima e outra para baixo, simbolizam a circulação das forças, a macrocirculação da energia da Terra para os Planos Espirituais e vice-versa. As estrelas simbolizam Mayante e nossas casas transitórias. Os dois triângulos entrelaçados simbolizam o corpo e a alma, completando a representação do microcosmo - que é o Homem - e do macrocosmo - o Universo. Amanto ensinou que na cruz, atrás da Pira, existe um cristal que age como captador da energia vinda do plano astral, emitindo potente radiação. Por isso o ritual exige a abertura do plexo, abrindo os braços, quando se cruza a linha mediana do Templo. Essa radiação não oferece perigo a quem esteja no Templo, sejam pacientes, visitantes ou mesmo médiuns que não tenham aberto seu trabalho, pois não estão na sintonia da onda vibratória emitida. Já aqueles que tenham aberto o trabalho, recebem uma pequena carga todas as vezes que atravessarem a linha de emissão. Todavia, com a tolerância dos Capelinos, estes protegem aqueles que se esquecem de fazer o gesto apropriado, impedindo que recebam descargas e sofram graves conseqüências.


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Trino Triada Tumarã - Mestre José Carlos
ABERTURA DOS TRABALHOS

A Abertura da Corrente Mestra e dos Retiros e Trabalhos Oficiais está no Livro de Leis. Ressalte-se, apenas, a importância do fiel cumprimento dos horários, e, especialmente, a poderosa energia que é trazida pela Corrente Mestra, destinada à perfeita realização de todos os trabalhos.

A preparação do médium é, não raro, confundida com “abertura” do trabalho. Sempre que houver uma reunião de mestres e/ou ninfas para tratar de assuntos doutrinários, ou para a execução de um trabalho especial, deve-se ter o maior cuidado com a sua abertura. No Livro de Leis temos as CHAVES para abertura e encerramento dos trabalhos, que devem seu usadas com precisão. Iniciando, antes de se fazer uso de uma chave, deve-se proceder à harmonização do grupo, acalmando os ânimos e buscando a ligação com os Mentores de cada um, pela mentalização, pelas palavras apaziguadoras e direcionamento das energias mentais de cada um dos presentes para o equilíbrio do grupo.
Caso não seja preciso usar uma chave de abertura de trabalho, de qualquer forma uma abertura se faz com a harmonização e emissão de um a três dos participantes e, pelo menos, um Pai Nosso. Com isso se consegue erguer eficaz proteção magnética para o grupo, além de reforçar a presença dos Mentores para iluminação do evento.
Ao terminar, procede-se ao encerramento, com agradecimento por tudo que foi recebido e transmitido. Pode, conforme a situação, ser feita uma Contagem ou a Prece de Simiromba, com três elevações, ou, se for o caso, usar apenas a chave para o encerramento.

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Trino Triada Tumarã - Mestre José Carlos

DOUTRINADOR

Na nossa Doutrina, o médium que é consciente, vigilante e racional, sem incorporar, é denominado DOUTRINADOR.
Sua fita tem o símbolo - a cruz -, seu colete e sua capa têm a cruz nas costas e, no escudo, existe um sinal de divisão que indica a sua capacidade de separar objetivamente os planos vibracionais, distinguindo o que é da Terra e o que é do Céu.

Sua mediunidade funciona com base no sistema nervoso central ativo, onde a vontade e a consciência predominam, assumindo o comando de seu sistema neurovegetativo. O Doutrinador corretamente mediunizado se liga a seus Mentores e se torna receptivo dessas forças superiores, tornando-se pólo emissor de energias positivas, vibrações que podem ser transmitidas por suas palavras, pela aplicação das mãos, pelo olhar e até mesmo pelo simples pensamento direcionado.


Diferente do doutrinador de outras correntes espiritualistas, o Doutrinador do Amanhecer tem seu plexo iniciático preparado pelo trabalho de Koatay 108, que buscou dar com sua atuação, a base científica do mediunismo utilizado em nossa Corrente, sendo, assim, a primeira passagem na Terra de uma falange de Doutrinadores encarnados com plexo iniciático. Assim, cabe ao Doutrinador, entre outras, as principais funções: estudar, apreender, interpretar e conceituar a Doutrina do Amanhecer; ter a responsabilidade de ser instrutor dos médiuns em desenvolvimento; dar assistência e manter o controle de todo e qualquer trabalho de incorporação, aprendendo a conhecer as entidades e agindo conforme a natureza daquele espírito que se apresenta; conhecer todas as Leis, sabendo abrir e encerrar os trabalhos, bem como ter capacidade para comandá-los; aplicar corretamente o passe magnético nos Aparás, após a incorporação, e nos pacientes; buscar manter o equilíbrio e a harmonia em seu redor, porque sabe que, com seu potencial mediúnico, tem condições para controlar um ambiente sem a necessidade de qualquer gesto.

No primeiro dia em que comparece para iniciar seu Desenvolvimento, o médium faz um teste mediúnico (Triagem) para verificar o tipo de mediunidade de que é portador, momento em que toda a atenção deve ser dispensada aos chegantes, pois a tentativa de desenvolver a mediunidade de um Doutrinador nato como médium de incorporação, por seus plexos inferiores, leva a consequências imprevisíveis.
Uma das características da civilização atual é a confusão entre os planos vibracionais tão diferentes: o plano transitório da alma, que é produzida, como o corpo, a cada encarnação, e o plano transcendental do espírito, que é sempre o mesmo. Cada um desses planos se manifesta em nosso campo consciencional de modos totalmente diferentes, e o Doutrinador sabe como agir e interagir de forma objetiva em cada plano, fazendo disto a base de sua missão, isto é, transformando sua personalidade num instrumento de ação do seu espírito, de sua individualidade, exercendo plenamente suas funções mediúnicas, que visam a ligação dos Planos Superiores com a Terra.
Quando falamos da Doutrina do Amanhecer vimos que ela se dedica à prática dos aspectos objetivos do Sistema Crístico, ligando seus campos vibracionais aos planos da Terra. Essa é a função do Doutrinador: agir dentro das Leis Crísticas para fazer funcionar o Sistema Crístico na Terra. Mesmo que tenha dificuldades para ler estas Leis nos Evangelhos, aprenderá através de sua mediunidade.
Neste ponto reside toda a trajetória do médium Doutrinador. Se ele se dispuser a ser apenas um medianeiro, um intermediário de um Sistema vivo e atuante, exercendo plenamente o amor, a tolerância e a humildade, certamente se tornará um Doutrinador propriamente dito. Mas, se quiser apenas manter-se no plano de sua personalidade, preso a conceitos e preconceitos, submisso aos anseios da alma e do corpo, não será, jamais, um Doutrinador - apenas um médium desperdiçado.
O Doutrinador não tem outra escola que não seja a própria vida, suas lições pacientemente aprendidas no Templo, no lar, em seu local de trabalho material, na rua, enfim, onde estiver, aprendendo a aplicar o Sistema Crístico corretamente em cada acontecimento, o que significa decidir sobre a forma, a intensidade e a duração dessa aplicação. Por isso é preciso que esteja, permanentemente, alerta e receptivo. Alerta para poder perceber cada detalhe do fato, e receptivo para poder receber a orientação de seu próprio espírito.
O Doutrinador não corre atrás da Doutrina. Atento, deixa que a Doutrina chegue até ele. Estabelece seu próprio programa, de forma a não conflitar com o seu padrão de vida, sua cultura e sua disponibilidade, e aprimora sua técnica, isto é, sua maneira de fazer as coisas.
O Doutrinador é o guardião do Apará, e por isso a sua responsabilidade é enorme no que diz respeito a mistificações e mensagens com interferências de Espíritos Inluz. Deve aprender a conhecer muito bem as incorporações, pois há inúmeros casos de Espíritos das Trevas que incorporam sem os sinais do sofredor (enrijecimento muscular, contração das mãos, etc.). Deve saber lidar com as diversas classes de sofredores e obsessores, buscando aplicar sua doutrina corretamente, com amor e propriedade.
A Doutrina do Amanhecer é uma Ciência, por isso é necessário que sejam aprendidas suas técnicas de trabalho. Nos menores gestos, desde o seu comportamento no Templo até na aplicação de chaves, passes magnéticos, enfim, em toda sua atividade nos trabalhos e rituais, está envolvida uma refinada técnica, que deve ser bem compreendida e aplicada pelo Doutrinador, para que seja eficaz e eficiente sua participação e, com isso, se sinta cada vez mais seguro.

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Trino Triada Tumarã - Mestre José Carlos

DOUTRINADOR

Na nossa Doutrina, o médium que é consciente, vigilante e racional, sem incorporar, é denominado DOUTRINADOR.
Sua fita tem o símbolo - a cruz -, seu colete e sua capa têm a cruz nas costas e, no escudo, existe um sinal de divisão que indica a sua capacidade de separar objetivamente os planos vibracionais, distinguindo o que é da Terra e o que é do Céu.

Sua mediunidade funciona com base no sistema nervoso central ativo, onde a vontade e a consciência predominam, assumindo o comando de seu sistema neurovegetativo. O Doutrinador corretamente mediunizado se liga a seus Mentores e se torna receptivo dessas forças superiores, tornando-se pólo emissor de energias positivas, vibrações que podem ser transmitidas por suas palavras, pela aplicação das mãos, pelo olhar e até mesmo pelo simples pensamento direcionado.


Diferente do doutrinador de outras correntes espiritualistas, o Doutrinador do Amanhecer tem seu plexo iniciático preparado pelo trabalho de Koatay 108, que buscou dar com sua atuação, a base científica do mediunismo utilizado em nossa Corrente, sendo, assim, a primeira passagem na Terra de uma falange de Doutrinadores encarnados com plexo iniciático. Assim, cabe ao Doutrinador, entre outras, as principais funções: estudar, apreender, interpretar e conceituar a Doutrina do Amanhecer; ter a responsabilidade de ser instrutor dos médiuns em desenvolvimento; dar assistência e manter o controle de todo e qualquer trabalho de incorporação, aprendendo a conhecer as entidades e agindo conforme a natureza daquele espírito que se apresenta; conhecer todas as Leis, sabendo abrir e encerrar os trabalhos, bem como ter capacidade para comandá-los; aplicar corretamente o passe magnético nos Aparás, após a incorporação, e nos pacientes; buscar manter o equilíbrio e a harmonia em seu redor, porque sabe que, com seu potencial mediúnico, tem condições para controlar um ambiente sem a necessidade de qualquer gesto.

No primeiro dia em que comparece para iniciar seu Desenvolvimento, o médium faz um teste mediúnico (Triagem) para verificar o tipo de mediunidade de que é portador, momento em que toda a atenção deve ser dispensada aos chegantes, pois a tentativa de desenvolver a mediunidade de um Doutrinador nato como médium de incorporação, por seus plexos inferiores, leva a consequências imprevisíveis.
Uma das características da civilização atual é a confusão entre os planos vibracionais tão diferentes: o plano transitório da alma, que é produzida, como o corpo, a cada encarnação, e o plano transcendental do espírito, que é sempre o mesmo. Cada um desses planos se manifesta em nosso campo consciencional de modos totalmente diferentes, e o Doutrinador sabe como agir e interagir de forma objetiva em cada plano, fazendo disto a base de sua missão, isto é, transformando sua personalidade num instrumento de ação do seu espírito, de sua individualidade, exercendo plenamente suas funções mediúnicas, que visam a ligação dos Planos Superiores com a Terra.
Quando falamos da Doutrina do Amanhecer vimos que ela se dedica à prática dos aspectos objetivos do Sistema Crístico, ligando seus campos vibracionais aos planos da Terra. Essa é a função do Doutrinador: agir dentro das Leis Crísticas para fazer funcionar o Sistema Crístico na Terra. Mesmo que tenha dificuldades para ler estas Leis nos Evangelhos, aprenderá através de sua mediunidade.
Neste ponto reside toda a trajetória do médium Doutrinador. Se ele se dispuser a ser apenas um medianeiro, um intermediário de um Sistema vivo e atuante, exercendo plenamente o amor, a tolerância e a humildade, certamente se tornará um Doutrinador propriamente dito. Mas, se quiser apenas manter-se no plano de sua personalidade, preso a conceitos e preconceitos, submisso aos anseios da alma e do corpo, não será, jamais, um Doutrinador - apenas um médium desperdiçado.
O Doutrinador não tem outra escola que não seja a própria vida, suas lições pacientemente aprendidas no Templo, no lar, em seu local de trabalho material, na rua, enfim, onde estiver, aprendendo a aplicar o Sistema Crístico corretamente em cada acontecimento, o que significa decidir sobre a forma, a intensidade e a duração dessa aplicação. Por isso é preciso que esteja, permanentemente, alerta e receptivo. Alerta para poder perceber cada detalhe do fato, e receptivo para poder receber a orientação de seu próprio espírito.
O Doutrinador não corre atrás da Doutrina. Atento, deixa que a Doutrina chegue até ele. Estabelece seu próprio programa, de forma a não conflitar com o seu padrão de vida, sua cultura e sua disponibilidade, e aprimora sua técnica, isto é, sua maneira de fazer as coisas.
O Doutrinador é o guardião do Apará, e por isso a sua responsabilidade é enorme no que diz respeito a mistificações e mensagens com interferências de Espíritos Inluz. Deve aprender a conhecer muito bem as incorporações, pois há inúmeros casos de Espíritos das Trevas que incorporam sem os sinais do sofredor (enrijecimento muscular, contração das mãos, etc.). Deve saber lidar com as diversas classes de sofredores e obsessores, buscando aplicar sua doutrina corretamente, com amor e propriedade.
A Doutrina do Amanhecer é uma Ciência, por isso é necessário que sejam aprendidas suas técnicas de trabalho. Nos menores gestos, desde o seu comportamento no Templo até na aplicação de chaves, passes magnéticos, enfim, em toda sua atividade nos trabalhos e rituais, está envolvida uma refinada técnica, que deve ser bem compreendida e aplicada pelo Doutrinador, para que seja eficaz e eficiente sua participação e, com isso, se sinta cada vez mais seguro.

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Trino Triada Tumarã - Mestre José Carlos

DOUTRINADOR

Na nossa Doutrina, o médium que é consciente, vigilante e racional, sem incorporar, é denominado DOUTRINADOR.
Sua fita tem o símbolo - a cruz -, seu colete e sua capa têm a cruz nas costas e, no escudo, existe um sinal de divisão que indica a sua capacidade de separar objetivamente os planos vibracionais, distinguindo o que é da Terra e o que é do Céu.

Sua mediunidade funciona com base no sistema nervoso central ativo, onde a vontade e a consciência predominam, assumindo o comando de seu sistema neurovegetativo. O Doutrinador corretamente mediunizado se liga a seus Mentores e se torna receptivo dessas forças superiores, tornando-se pólo emissor de energias positivas, vibrações que podem ser transmitidas por suas palavras, pela aplicação das mãos, pelo olhar e até mesmo pelo simples pensamento direcionado.


Diferente do doutrinador de outras correntes espiritualistas, o Doutrinador do Amanhecer tem seu plexo iniciático preparado pelo trabalho de Koatay 108, que buscou dar com sua atuação, a base científica do mediunismo utilizado em nossa Corrente, sendo, assim, a primeira passagem na Terra de uma falange de Doutrinadores encarnados com plexo iniciático. Assim, cabe ao Doutrinador, entre outras, as principais funções: estudar, apreender, interpretar e conceituar a Doutrina do Amanhecer; ter a responsabilidade de ser instrutor dos médiuns em desenvolvimento; dar assistência e manter o controle de todo e qualquer trabalho de incorporação, aprendendo a conhecer as entidades e agindo conforme a natureza daquele espírito que se apresenta; conhecer todas as Leis, sabendo abrir e encerrar os trabalhos, bem como ter capacidade para comandá-los; aplicar corretamente o passe magnético nos Aparás, após a incorporação, e nos pacientes; buscar manter o equilíbrio e a harmonia em seu redor, porque sabe que, com seu potencial mediúnico, tem condições para controlar um ambiente sem a necessidade de qualquer gesto.

No primeiro dia em que comparece para iniciar seu Desenvolvimento, o médium faz um teste mediúnico (Triagem) para verificar o tipo de mediunidade de que é portador, momento em que toda a atenção deve ser dispensada aos chegantes, pois a tentativa de desenvolver a mediunidade de um Doutrinador nato como médium de incorporação, por seus plexos inferiores, leva a consequências imprevisíveis.
Uma das características da civilização atual é a confusão entre os planos vibracionais tão diferentes: o plano transitório da alma, que é produzida, como o corpo, a cada encarnação, e o plano transcendental do espírito, que é sempre o mesmo. Cada um desses planos se manifesta em nosso campo consciencional de modos totalmente diferentes, e o Doutrinador sabe como agir e interagir de forma objetiva em cada plano, fazendo disto a base de sua missão, isto é, transformando sua personalidade num instrumento de ação do seu espírito, de sua individualidade, exercendo plenamente suas funções mediúnicas, que visam a ligação dos Planos Superiores com a Terra.
Quando falamos da Doutrina do Amanhecer vimos que ela se dedica à prática dos aspectos objetivos do Sistema Crístico, ligando seus campos vibracionais aos planos da Terra. Essa é a função do Doutrinador: agir dentro das Leis Crísticas para fazer funcionar o Sistema Crístico na Terra. Mesmo que tenha dificuldades para ler estas Leis nos Evangelhos, aprenderá através de sua mediunidade.
Neste ponto reside toda a trajetória do médium Doutrinador. Se ele se dispuser a ser apenas um medianeiro, um intermediário de um Sistema vivo e atuante, exercendo plenamente o amor, a tolerância e a humildade, certamente se tornará um Doutrinador propriamente dito. Mas, se quiser apenas manter-se no plano de sua personalidade, preso a conceitos e preconceitos, submisso aos anseios da alma e do corpo, não será, jamais, um Doutrinador - apenas um médium desperdiçado.
O Doutrinador não tem outra escola que não seja a própria vida, suas lições pacientemente aprendidas no Templo, no lar, em seu local de trabalho material, na rua, enfim, onde estiver, aprendendo a aplicar o Sistema Crístico corretamente em cada acontecimento, o que significa decidir sobre a forma, a intensidade e a duração dessa aplicação. Por isso é preciso que esteja, permanentemente, alerta e receptivo. Alerta para poder perceber cada detalhe do fato, e receptivo para poder receber a orientação de seu próprio espírito.
O Doutrinador não corre atrás da Doutrina. Atento, deixa que a Doutrina chegue até ele. Estabelece seu próprio programa, de forma a não conflitar com o seu padrão de vida, sua cultura e sua disponibilidade, e aprimora sua técnica, isto é, sua maneira de fazer as coisas.
O Doutrinador é o guardião do Apará, e por isso a sua responsabilidade é enorme no que diz respeito a mistificações e mensagens com interferências de Espíritos Inluz. Deve aprender a conhecer muito bem as incorporações, pois há inúmeros casos de Espíritos das Trevas que incorporam sem os sinais do sofredor (enrijecimento muscular, contração das mãos, etc.). Deve saber lidar com as diversas classes de sofredores e obsessores, buscando aplicar sua doutrina corretamente, com amor e propriedade.
A Doutrina do Amanhecer é uma Ciência, por isso é necessário que sejam aprendidas suas técnicas de trabalho. Nos menores gestos, desde o seu comportamento no Templo até na aplicação de chaves, passes magnéticos, enfim, em toda sua atividade nos trabalhos e rituais, está envolvida uma refinada técnica, que deve ser bem compreendida e aplicada pelo Doutrinador, para que seja eficaz e eficiente sua participação e, com isso, se sinta cada vez mais seguro.

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Trino Triada Tumarã - Mestre José Carlos

TERCEIRO SÉTIMO DOS TRÊS CALAVALEIROS DA LUZ

Este Terceiro Sétimo dos Três Cavaleiros da Luz, que representam o Trino de Ireshin - movimenta a Linha do Reino Central, a Raiz do Amanhecer, em benefício da nossa individualidade, das dificuldades em nossos caminhos materiais, na força do Sol - Anodai - e da Lua - Anoday.

Existem algumas palavras que devem ser compreendidas: ANODAÊ - realização na individualidade, servindo-se do sal e do perfume; PÉROLAS - bônus; e CONTAGEM DAS ESTRELAS - precisão do trabalho, lei.
Os Três Cavaleiros da Luz aqui invocados são os Cavaleiros das Lanças Verde (cura psíquica), Lilás (cura física) e Vermelha (cura desobsessiva).
Este trabalho deve ser feito em SETE dias (ou noites), sem interrupção, sempre no mesmo horário. Não precisa ser iniciado no domingo. Pode-se começar em qualquer dia. A ilustração das Princesas foi apenas no sentido de dedicar, cada dia, a uma Princesa, mas não significa obrigação de ser este trabalho regido como é o dos Quadrantes da Unificação. A edição do Terceiro Sétimo nos posters com as Princesas foi aprovado por Tia Neiva, mas não implicou em alterações nas instruções originais que Koatay 108 nos deu sobre sua realização.
IMPORTANTE - Pode variar de local, por alguma necessidade ou imprevisto, mas o importante é o horário. Por isso, procure um horário mais conveniente, para seguir as instruções deixadas por Tia Neiva. Coloque sal e perfume. O perfume é o utilizado no Templo - Madeiras do Oriente. Se não conseguir no Templo, compre um frasco de colônia com essa fragrância, e misture em um pouco de água.
Seria bom que tivesse, também, uma vela e um defumador ou incenso, de preferência, também de Madeiras do Oriente. Servindo-se de sal e perfume, o médium faz sua emissão e, a seguir, pede a Jesus que permita a ajuda das forças que regem aquele trabalho. Faz, do fundo de seu coração, o pedido que deseja ver atendido pela força do trabalho. Começa, então, a leitura de cada conjunto de mantras, fazendo, no primeiro dia, todos os mantras; no segundo dia, começa no Segundo do Terceiro Sétimo e vai até o último; e assim por diante, até chegar ao Sétimo do Terceiro Sétimo. Ao final de cada leitura dos Sétimos correspondentes ao dia, para encerrar o trabalho, emite o Mantra de Simiromba, deixando que a vela e o defumador queimem até acabar. Assim, para cada dia, uma nova vela e um novo defumador.
Pode ser feito individualmente ou em conjunto com os familiares, desde que possam acompanhar os sete dias completos.

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Trino Triada Tumarã - Mestre José Carlos
Lei do Adjunto


"O Adjunto tem toda a regalia na Doutrina e em suas inovações que quiser. Porém, tem que respeitar as Leis e os regulamentos internos. Sendo Adjunto, seus direitos envolvem todos os trabalhos existentes na Corrente Indiana do Oriente Maior, na Linha do Amanhecer, quero dizer: Linha Iniciática.
A Corrente Mestra vem da Corrente Indiana do Oriente Maior. Simiromba é a junção de sete Raízes universais. Quando Simiromba se desloca, na sua ordem vão também se deslocando as Raízes, segundo sua necessidade, porque, filho, saiba pois, que as forças não se deslocam em vão. Segundo posso explicar, cada Raiz tem o seu conceito, porque atrai sempre a origem. É uma honra atender a Simiromba! Por conseguinte, há, inclusive, precisão na escolha ou na necessidade.
Os Grandes Iniciados são precisos. Posso afirmar que há, inclusive, uma técnica. Eles não deslocam uma força indevidamente e, por isso, não devemos invocar. Invocamos sem saber o que merecemos. Porém, eles sabem, com precisão, do que precisamos. Uma Raiz é algo, por exemplo, como um estado de acomodação de forças em movimento de destaque. Podemos considerar que as Raízes foram formadas pelos Grandes Iniciados na Terra, assim como nós estamos tentando homogeneizar a Raiz do Amanhecer, bem como, também, uma contagem para um Adjunto.
Uma contagem só se forma pelos seguintes médiuns: Orixá, na Linha Afro, Arjuna-Rama, na Corrente Indiana, que tem como sinônimo o Primeiro Sétimo, Adjunto Koatay 108 Arjuna-Rama (tradução: Multiplicação Divina); VII Raio - D’Havaki Gita (tradução: Ilimitado); VI Raio - D’Hira (tradução: Continuação). As Ninfas Sol Yuricy são as ninfas classificadas para as invocações e consagrações.” (Tia Neiva, 23.7.78)

“Desejo-lhe um próspero ano novo, ano de progresso, ano de amor, com harmonia em todos os sentidos, na vida e na morte. Saiba, pois, que tua vida, num conjunto de harmonia, se estende na melodia universal, sendo do físico ao etero-magnético, sempre conquistando, sempre descortinando tudo aquilo que traduz vidas em seus mistérios.
Fostes colocado Adjunto, na força vingadora de KOATAY 108, para a grande revelação de um mundo em desenvolvimento. Desejo, filho, que as forças dos encantados rebrilhe sobre teu Sol Interior, dispondo-se no Terceiro deste Sétimo.
Ninguém deverá conhecer o manejar de tua espada. Ninguém poderá arrebatar do teu punho os mantras silenciosos que arrancaste do seio de tua Mãe KOATAY 108. Mestre Jaguar, é chegada a hora. As forças se movimentam nos três reinos desta natureza. Os planetas já se destinam em direção de tua orbe. Marche, filho, portanto, com este objetivo, desta estrada culminante na lei de auxílio. Filho... Filho querido do meu coração, filho de Esparta, Jaguar Rama 2000, que na regência de um povo seguirás impune, mesmo que seja preciso atravessar o vale das sombras da morte. Jesus, o sol da vida, emitindo sobre os Raios de Araken irá despertar os seres que ora ainda vivem sob os vossos pés, sempre confiante em teu amor, filho meu.
Sobre o azul do céu, mantras, mil mantras, que virão como espadas luminosas, colocar-se-ão ao teu punho, filho meu, para que possas levantar do teu pé o Homem arraigado em sua terra natal. A raiz que ainda não se transformou em gota medicinal, a roseira que ainda não brotou a sua rosa..., a palmeira que soube balançar as suas palmas... Emitir o sol, a ave do inverno que não pode revoar... a terra arada que ainda não teve forças de vingar sua semente..., o homem que ainda não recebeu a sua graça.
Tua missão, teu sacerdócio exige tudo que disse acima, o que ainda não é tempo de dizer. Todo amor nesta marcha, neste NOVO AMANHECER, que depende de conheceres a ti mesmo, para melhor emitires a humildade, a tolerância e o amor, que é a Lei de tua regência.
Todo o universo ouve o teu sagrado juramento, que fizeste com as seguintes palavras: "Oh Jesus, fira-me quando o meu pensamento afastar-se de ti". E mais, ao tomar o cálice: "Este é o teu sangue! Ninguém jamais poderá contaminar-se por mim". De Deus terás tudo por estas palavras.
Teu PAI SETA BRANCA, em CRISTO JESUS, SIMIROMBA, também em teu amor. (30 DE DEZEMBRO DE 1978)

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